A Economia de MS


ECONOMIA
As principais fontes econômicas de Mato Grosso do Sul são agricultura e pecuária. A área econômica que mais se destaca no Estado é a do planalto da bacia do Paraná com seus solos florestais e de terra roxa. Nesta região, os meios de transporte são mais eficientes e os mercados consumidores do Sudeste estão mais próximos.

A maior produção agropecuária concentra-se na região de Dourados onde é desenvolvida uma agricultura diversificada com culturas de soja, arroz, café, trigo, milho, feijão, mandioca, algodão, amendoim e cana-de-açúcar. Nos campos limpos, pratica-se a pecuária de corte, com numeroso rebanho bovino, e os suínos assumem importância nas áreas agrícolas. No pantanal, a Oeste, estão as melhores pastagens do Estado.

ENERGIA E MINERAÇÃO
A maior parte da energia consumida em Mato Grosso do Sul é produzida pela hidrelétrica de Jupiá, instalada no rio Paraná, no estado de São Paulo. As indústrias de Mato Grosso do Sul são responsáveis por 20% desse consumo. Importantes jazidas de ferro, manganês, calcário, mármore e estanho são encontradas na região Oeste.

Uma das maiores jazidas mundiais de ferro é a do monte Urucum, situado no município de Corumbá. De modo geral, o solo tem boas propriedades físicas, mas propriedades químicas fracas, o que exige a correção de cerca de 40% da área total com o emprego de calcário.

INDÚSTRIA
A principal atividade industrial do Estado é a produção de gêneros alimentícios, seguida da transformação de minerais não-metálicos e da indústria de madeira. Os beneficiamentos de carne bovina e de arroz tem seu centro em Campo Grande, capital. Até antes do desmembramento, toda a carne produzida em Mato Grosso era beneficiada no atual Mato Grosso do Sul. Corumbá é o maior núcleo industrial do Centro-Oeste, com indústrias de cimento, fiação, curtume, beneficiamento de cereais e uma siderúrgica que trata o minério de Urucum.

TRANSPORTE E COMÉRCIO
Mato Grosso do Sul é servido por uma única linha ferroviária, que corta o Estado, de Três Lagoas (na divisa com São Paulo) até Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. A mesma linha serve as cidades de Campo Grande, Aquidauana e Corumbá, com um ramal em direção a Ponta Porã.

O principal eixo rodoviário é o que liga Campo Grande a Porto Quinze de Novembro, no rio Paraná, e a Ourinhos (SP). O sistema viário contribui em boa medida para o escoamento da produção agropecuária. A navegação fluvial, que já teve importância decisiva, vem perdendo a preeminência. O principal porto é o de Corumbá, ao qual seguem-se os de Ladário, Porto Esperança e Porto Murtinho, todos no rio Paraguai.

O turismo ecológico também representa uma importante fonte de receita para o Estado. A região do pantanal sul-mato-grossense atrai visitantes do resto do país e do mundo interessados em conhecer a beleza natural na região.