Governador, vice e secretários


Reinaldo_Azambuja

Reinaldo Azambuja
Governador

Foi reeleito em outubro de 2018, iniciando o segundo mandato em 1º de janeiro de 2019.

Uma trajetória moldada no trabalho e na superação

Um aprendizado a cada desafio. Uma lição a cada dificuldade. Assim Reinaldo Azambuja começou a tocar a vida, com a responsabilidade de administrar os negócios da família após a morte do pai. Obrigado a deixar a faculdade de Administração, não imaginaria que estaria, por acaso, predestinado a fazer escola política, mas não a política convencional.

A política de quem aprendeu, ainda com o pai, que as dificuldades preparam as pessoas para destinos extraordinários, que só o trabalho leva à superação dos desafios. E o primeiro desafio foi “modernizar” as atividades agropecuárias da família. Saiu de Maracaju para conhecer novas tecnologias, fez intercâmbio nos Estados Unidos e colecionou ideias e métodos que hoje caracterizam o perfil de um chefe de governo.

As lições de berço moldaram a conduta e a percepção do jovem administrador rural sobre as necessidades de progresso e desenvolvimento das pessoas, aprendendo que cada um é o que é e oferece aquilo que tem a oferecer.

Reinaldo Azambuja tinha o conhecimento e a certeza da força do trabalho e, por acaso, diante da preocupação da comunidade sobre os rumos da administração de Maracaju, foi colocado no fim da fila de algumas pessoas que poderiam mudar o quadro de estagnação econômica e social do município. Conhecia as inquietações e sabia que eram grandes as dificuldades da população.

Iniciava então a trajetória de um político aparentemente fechado, mas com cabeça aberta, convencido de que, em um terreno tão espinhoso, não poderia ser bom, teria que ser ótimo, sem perder de vista as convicções, assentadas na conduta, caráter, respeito e responsabilidade. Se cada um é o que é e oferece aquilo que tem para oferecer, Reinaldo Azambuja lembra que sobravam ideias, mas o desafio era como apresentá-las e executá-las. Não tinha experiência de falar em público e pouca noção sobre interlocução política.

Estimulado por Waldemir Moka Miranda de Brito (hoje senador), filiou-se ao PSDB. A escolha do partido foi pessoal, espelhando-se na postura do ex-senador e ex-prefeito de Campo Grande, Lúdio Coelho.

A partir daí, tornava-se pública a figura de um líder diferente, fiel às origens, porta-voz do meio rural, mas, sobretudo, apegando a bandeira do desenvolvimento. Em dois mandatos, mudou o perfil econômico-social de Maracaju. Superou todos os desafios e a determinação em materializar sonhos lhe rendeu o reconhecimento público.

No segundo mandato de prefeito, assumiu a presidência da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), dando à entidade 100% de representatividade, unindo todos os 79 municípios. Reinaldo Azambuja demonstrava, então, a superação de mais um desafio, o da interlocução.

Candidato a deputado estadual, obteve a maior votação, fato que não apenas o credenciava, mas atribuiria responsabilidade maior, porém nada capaz de assombrá-lo. Já havia conquistado o feito de elevar Maracaju à posição de maior produtor de grãos, tornando o município a quinta economia do Estado.

Ficava claro, na época, o perfil do jovem político, focado no desenvolvimento e na geração de emprego e renda. Progresso social se faz com desenvolvimento econômico, dizia. Governa-se para as pessoas e não para as instituições, faz questão de ressaltar.

Na Assembleia Legislativa conduziu a formação da Frente Parlamentar do Agronegócio, liderou a bancada do PSDB e abriu a discussão sobre os excessos da produção legislativa, obstáculo à segurança jurídica e empecilho na vida das pessoas, em razão das ambiguidades e ineficácia de muitos dispositivos legais em confronto aos princípios constitucionais.

Conduzindo os debates sobre aplicação do Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul (Fundersul), política tributária e cooperativismo, Reinaldo Azambuja estaria, sem saber qual seria seu destino político, formando consciência sobre tarefas de um governante. Atualmente, Reinaldo Azambuja tem a percepção da finalidade essencial e da missão primária do Estado – dar condições dignas de vida e promover o desenvolvimento. Protagonizou a discussão sobre a Parceria Público Privada (PPP) para executar as obras de infraestrutura.

Fiel ao princípio segundo o qual não se deve prometer mais do que é possível realizar, mas não fazer menos do que se deve, Reinaldo Azambuja assumiu a cadeira de deputado federal, levando de imediato para a tribuna a discussão sobre as deficiências da política agrícola e malefício do pacto federativo, devido à concentração das receitas públicas pela União em detrimento às obrigações impostas aos municípios.

Habituado a enfrentar dificuldades e convencido de que a sociedade não olha o que se faz, mas cobra pelo que se deixa de fazer, Reinaldo Azambuja assumiu o Governo do Estado no momento em que o Brasil mergulhava na maior crise econômico-financeira da história.

Como no início da trajetória, superou a fase mais aguda da crise econômico-financeira do País e destaca que, por ter exercido mandatos parlamentares, obteve o respaldo espontâneo dos deputados estaduais e federais ao seu governo. Reconhece que a experiência legislativa garantiu facilidade no trânsito e uma produtiva interlocução com os parlamentares, na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional. Na Câmara Federal, ganhou experiência e também reconhecimento, citado pela revista Veja como um dos mais atuantes e transparentes parlamentares. Ficou entre os primeiros em votação na internet para indicação ao Prêmio Congresso em Foco.

Murilo Zauith
Vice-governador e secretário de Estado de Infraestrutura

Formado em Engenharia Civil, o vice-governador e secretário de Estado de Infraestrutura é empresário. Já foi secretário de Planejamento de Dourados, deputado estadual, federal e prefeito daquele município.

Nasceu em Barretos (SP), mas escolheu Dourados para viver em 1976, um ano após se formar. É a segunda vez
que exercerá o cargo de vice-governador.

Eduardo Corrêa Riedel
Secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov)

Eduardo Riedel é graduado em Ciências Biológicas com Bacharelado em Genética, tem MBA em Gestão Empresarial e mestrado em Zootecnia. Ele é ex-presidente da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) e ex-presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae/MS (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Riedel ainda desempenhou a função de diretor-presidente da Sapé Agropastoril Ltda., empresa que atua na produção de carne bovina, cana e grãos, entre os anos de 1994 e 2014.

Em 1999, Riedel assumiu a direção do Sindicato Rural de Maracaju, assumindo a presidência deste sindicato em 2002. Em 2006, foi eleito vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), assumindo a posição de presidente interino da entidade em janeiro de 2010. Em junho de 2012, foi efetivamente eleito, por unanimidade, presidente da Federação. Antes disso, em fevereiro de 2011, foi empossado presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/MS. Em janeiro de 2012 assumiu como diretor vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Felipe Mattos de Lima Ribeiro
Secretário de Estado de Fazenda (Sefaz)

Especialista em Direito Tributário, o advogado Felipe Mattos foi assessor jurídico no Governo do Estado (2015 a 2018) e coordenou a campanha de reeleição do governador Reinaldo Azambuja.

 

 

Roberto Hashioka
Secretário de Estado de Administração e Desburocratização (SAD) 

Foi prefeito do município de Nova Andradina, presidente da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agepan) e diretor-presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS). 

 

 

Maria Cecília Amendola da Motta
Secretária de Estado de Educação (SED) 

Graduada em Pedagogia (Administração e Supervisão) e Ciências Biológicas, a professora Maria Cecilia Amendola da Motta é Mestre em Educação e em Políticas Públicas para a Infância, com especialização em Didática do Ensino Superior, Ecologia e Gestão de Cidades.

Ela já foi Secretária de Educação de Campo Grande (2005–2012), presidente da Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação) – Seccional Mato Grosso do Sul (2009-2012); vice-presidente da Undime Nacional (2011–2012), membro do Conselho Estadual de Educação (2009-2012) e presidente da OMEP (Organização Mundial para Educação Pré-Escolar) em Mato Grosso do Sul (1997-2004) e do Brasil (2001-2007).

Maria Cecília também foi professora no Ensino Fundamental, Ensino Médio e Superior, coordenadora pedagógica, diretora de escola e atualmente é assessora no TCE/MS (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul) na Diretoria Geral de Gestão e Modernização, na área de educação; vice-presidente da OMEP/Brasil na Região Centro Oeste; palestrante na empresa educacional Constat na área de Educação e Gestão; e assessora do Instituto Natura na construção do site Conviva, na área da educação – uma ferramenta de todas as áreas para suporte aos Secretários Municipais de Educação. Ela tem vários livros e artigos publicados.

Geraldo Resende Pereira
Secretário de Estado de Saúde (SES)

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará, Geraldo Resende iniciou a trajetória política em 1991. Foi vereador de Dourados, deputado estadual e federal. Também já foi secretário de Saúde em Mato Grosso do Sul de 2000 a 2002.

Antonio Carlos Videira 
Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp)

Natural de Ivaí, no Paraná, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, ingressou na carreira da área da Segurança Pública no ano de 1990, quando foi aprovado no concurso para Escrivão de Polícia, e no mês de outubro tomou posse na Delegacia de Polícia Civil de Fátima do Sul.

 Logo depois, atuou no Grupo de Operações de Fronteira (GOF), na época comandado pelo coronel da Polícia Militar, Adib Massad, onde permaneceu até 1999.

Aprovado no concurso para Delegado de Polícia Civil assumiu no ano 2000 a Delegacia de Polícia Civil em Jatei, durante três anos. Em 2003 foi transferido para o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), onde permaneceu lotado até assumir a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON), que atua de forma integrada ao DOF nas fronteiras com o Paraguai e a Bolívia, e na divisa com o Estado do Paraná e parte da divisa com de São Paulo, em 51 municípios.Em 1995 concluiu a graduação de Bacharel em Direito pelo Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran), e na sequência cursou pós-graduação em Processo Civil  também pela Unigran.

No mês de outubro de 2011 passou a ocupar o cargo de Delegado Regional da Polícia Civil de Dourados, responsável pelas cidades de Dourados, Itaporã, Maracaju, Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul, Douradina, Caarapó e Juti, atendendo uma população de mais de 350 mil habitantes.

Já no final de 2014, Antonio Carlos Videira atingiu o topo da carreira de Delegado sendo promovido para classe especial, e em seguida no início de 2015 a convite do governador Reinaldo Azambuja, passou a ocupar o cargo de Superintendente de Segurança Pública da Sejusp. Em reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo de sua carreira, no mês de abril de 2016, assumiu a função de secretário adjunto da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública.

Elisa Cléia Pinheiro Rodrigues Nobre
Secretária de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast) 

Graduada em Serviço Social pela Faculdade Unidas Católicas de Mato Grosso (Fucmat) em 1986 e mestre em Educação pela UFMS em 2007, Elisa Cléia Nobre é douradense, casada e mãe de dois filhos.

Ela ocupou o cargo de secretária adjunta entre janeiro de 2015 e março de 2016. Com histórico dentro da política da Assistência Social, a secretária, que também é especialista em gestão de Políticas Públicas e Sociais, já fez parte do antigo Promosul, entre 1997 e 2001. Atuou também como professora e coordenadora do curso de Serviço Social da Uniderp entre 2009 e 2014.

Jaime Elias Verruck
Secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro)

Jaime Verruck é ex-diretor corporativo do Sistema FIEMS (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul), responsável pela gestão estratégia do SESI, SENAI, IEL e FIEMS.

É economista, mestre em Economia Rural pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), doutor em Desenvolvimento e Planejamento Territorial pela UCM (Universidade Complutense de Madrid) e possui cursos de formação executiva em Estratégias e Inovação pelo INSEAD/França e pela Universidade da Pensilvânia/EUA (Wharton), e pelo Programa CEO FGV.

Ele é ex-professor de Economia da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), ex-professor convidado da FGV (Fundação Getúlio Vargas), ex-sócio da FGV em Campo Grande e Cuiabá e ex-Diretor Regional do Senai/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de Mato Grosso do Sul).

Fabíola Marquetti Sanches Rahim
Procuradora-Geral do Estado

Nascida em Presidente Bernardes (SP), Fabíola Marquetti é formada em Direito. Tem pós-graduação em Direito Constitucional e em Regime Próprio de Previdência. Foi promotora de Justiça no Ministério Público do Mato Grosso (MPE-MT) e membro da Comissão dos Advogados Públicos da OAB/MS.

Ingressou em 2005 na PGE-MS, onde atuou como coordenadora jurídica da Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD) e procuradora-geral adjunta do Consultivo. É membro titular do Comitê de Desburocratização do Estado de Mato Grosso do Sul.

Carlos Eduardo Girão de Arruda
Controlador-Geral do Estado 

Natural de Campo Grande, Carlos Eduardo Girão de Arruda é formado em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB-MS) e mestre em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo.

Auditor federal de Finanças e Controle, concursado da Controladoria Geral da União (CGU) em Mato Grosso do Sul desde 1996, atuou no comando da CGU em MS de 2006 a 2011, foi chefe da CGU em São Paulo de 2011 a 2015, chefe de Gabinete da Secretaria-Executiva da Controladoria-Geral da União e, antes de assumir a CGE-MS, estava no cargo de diretor de Gestão Interna do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União.